DEPUTADA AO PARLAMENTO EUROPEU

EUROPA COM O MINHO NO CORAÇÃO

Dia Mundial do Refugiado

Um dia de reflexão sobre a sobrevivência, a segurança e os direitos fundamentais.

 

79,5 milhões de pessoas tiveram de fugir dos seus países no ano de 2019 por causa de perseguições, conflitos e outro tipo de violência, sendo que 26 milhões são refugiados. Segundo o ACNUR, organização das Nações Unidas para os Refugiados, são números sem precedentes, que representam mais de 1% da humanidade.

 

São refugiados, requerentes de asilo, apátridas e deslocados internos que se veem obrigados a sair do seu país de origem em busca de condições de vida aceitáveis para qualquer ser humano. Pessoas que partem em busca da paz, da segurança, da dignidade.

 

Dados de 2019 indicam que 40% são crianças e jovens, menores de 18 anos. Mas, na generalidade, são homens, mulheres e crianças que deixam tudo aquilo que têm pelo direito à sobrevivência.

 

Movidos pela necessidade extrema, pelo espírito de sacrifício e uma inquebrantável vontade de viver, os refugiados chegam à procura de um lugar seguro e digno para si e para os seus filhos. Embora tenham direito ao acesso a direitos cívicos, sociais e económicos, consagrado pelo Direito Internacional, são muitos os que veem ser-lhes negados direitos fundamentais.

 

Urge pois desde logo que as nossas sociedades compreendam os direitos de quem requer asilo e os direitos de quem tem por fim o estatuto de refugiado.

 

É um imperativo ético e moral das nossas sociedades tratar com dignidade os que buscam refúgio e essa dignidade cumpre-se igualmente no tratamento justo e célere dos processos de requerimento de asilo, para que ninguém tenha a vida em suspenso, num limbo de incertezas, às vezes durante anos, nos campos de refugiados da Europa e do Mundo.

 

Os dados estão disponíveis na página do ACNUR 👇
https://www.unhcr.org/globaltrends2019/